Cobre fecha em alta e segue na máxima em 10 anos na LME

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para maio avançou 1,06%, a US$ 4,4880 a libra-peso

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

O cobre futuro fechou em alta hoje, com o contrato negociado em Londres ainda no maior valor em uma década, em a greves em portos no Chile, maior produtor mundial do metal, que pode afetar toda a cadeia produtiva da commodity metálica.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para maio avançou 1,06%, a US$ 4,4880 a libra-peso. Já no pregão eletrônico da London Metal Exchange (LME), o metal para três meses subiu 1,31%, a US$ 9.878,50 a tonelada, maior valor desde agosto de 2011. “Os preços do metal subiram em toda a linha, uma vez que os ventos favoráveis continuaram a fornecer suporte”, aponta o ING. No caso do cobre, o banco holandês afirma que a commodity segue sua alta em forma de parábola, “alimentando ainda mais o pico, estão as greves nos portos chilenos, que estão ameaçando as exportações de concentrado de cobre em meio a um quadro de oferta já bastante vulnerável”. Entre os motivos alegados para os movimentos trabalhistas, possíveis alterações no sistema previdenciário do país.

Entre outro metais negociados na LME, a tonelada do alumínio caiu 0,19%, a US$ 2.399,00, a do zinco avançou 0,46%, a US$ 2.928,50; a do níquel ganhou 1,82%, a US$ 16.970,00; a do estanho se valorizou 0,50%, a US$ 27.185,00; e a do chumbo teve alta de 0,72%, a US$ 2.093,50 a tonelada.