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Brasil terá La Niña

Imagem: Grigory_bruev, de envatoelements Imagem: Grigory_bruev, de envatoelements

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA) anunciou oficialmente que há condições para o retorno da La Niña com mais de 80% de probabilidade para este ano no Hemisfério Sul. O pico deve ser entre novembro e janeiro. No Brasil, conforme o Portal Agrolink antecipou com o meteorologista Luiz Renato Lazinski, o fenômeno traz menos chuva na primavera, verão e outono no Sul do Brasil e um aumento das precipitações na Região Nordeste. Com isso é forte a possibilidade de nova estiagem a exemplo da safra passada no Sul.

A La Niña normalmente afeta uma ampla gama de commodities agrícolas, pois traz chuvas de inverno-primavera acima da média na Austrália, bem como no sudeste da Ásia, com potencial de inundações. Já nos Estados Unidos pode haver seca no sul durante o inverno. Na América do Sul, as áreas agrícolas da Argentina podem se tornar mais áridas.

Na última sexta-feira o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) antecipou a previsão do tempo para os meses de setembro, outubro e novembro. De acordo com as previsões, as regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul devem apresentar chuvas dentro ou acima da média a partir deste mês. Para o Centro-Oeste, o prognóstico é de chuvas abaixo da média.

O fenômeno natural é oposto ao El Niño e consiste na diminuição da temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico Tropical Central e Oriental.

fonte: Udop, com informações do Agrolink

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